É comum as pessoas atribuirem a condição social ao salário, cargo ou emprego. Quantas vezes não ouvimos comentários do tipo “aquele ali ganha bem e por isso tem uma casa enorme” ou então “ele deve ter um cargo alto na empresa para ter um carro importado”.

Ouvimos isso pois a renda DETERMINA o padrão de vida das pessoas. A renda determina se você vai conseguir satisfazer totalmente suas necessidades. Se vai extrapolar as necessidades básicas e alcançar o consumo de luxo, ou não.

A renda é mais importante do que o dinheiro que você tem.

Se herdarmos uma mansão, por exemplo, e nossa única fonte de renda for o nosso salário, provavelmente não teremos recursos para cobrir (pagar) o custo mensal dos empregados. O resultado é que em pouco tempo acabaremos por consumir tudo que herdamos tentando preservar o que nos foi transmitido.

O fato é que o dinheiro, por si só, é passageiro. Ele tem fim certo: atender suas necessidades.

A única coisa que pode te salvar é a renda. A renda é perene, ela permanece brotando sem fim. Você pode utilizá-la completamente, no período seguinte ela estará lá de novo, pronta para te atender, sempre.

Trabalho é uma forma de renda. Mas nem toda renda é trabalho (entenda isso).

 

O trabalho é APENAS UMA forma de renda, dentre várias que existem. O trabalho remunerado é uma “venda”, por um período esperado, do seu tempo, por um preço deteminado (salário).

Porém, exitem inúmeras formas de obter renda sem trabalhar. A mais conhecida delas é a poupança: uma aplicação bancária onde o saldo rende, em média, 0,50% (meio porcento) ao mês, além da correção monetária.

Quem possui R$ 100.000,00 na poupança pode se dar ao “luxo” de gastar todo mês R$ 500,00 sem se preocupar. Esta pessoa estará retirando apenas a renda gerada pelo seu capital aplicado, que está ali imobilizado e vai permanecer, corrigido pela TR.

Mas além da poupança, existem outras formas de renda como: revenda de ativos (imóveis, equipamentos e veículos), comércio de bens, produtos e serviços, trabalho paralelo (mais conhecido como “bico”), comissões, trabalho autônomo, revendedora de produtos de beleza (Ex.: AVON, NATURA) e outros.

O mais importante aqui é saber diferenciar a renda:

a) Ativa (proveniente de trabalho); e
b) Passiva (proveniente de investimentos).

Uma pessoa, seja ela quem for, ganhe o quanto ganhar, que não tenha nenhuma forma de renda passiva (investimentos) é DEPENDENTE do trabalho para sobreviver.

Ou seja, se ela não trabalhar, não vai conseguir comer, pagar o aluguel, condomínio, contas de luz, água, escola etc.

Qualquer pessoa que não tenha uma renda passiva superior às suas despesas mensais é uma PRISIONEIRA DO TRABALHO.           

Esta “prisão” é invisível. Ela não pode ser tocada, mas bate à sua porta todo fim de mês. Ela está, principalmente, nas decisões que você tomou sobre o seu padrão de vida:

Filhos, Internet Banda Larga, TV à Cabo, Jornal, Condomínio, Mensalidade do Clube…. tudo isso são verdadeiras “grades” que reforçam a sua prisão. 

 Com o passar da vida você vai se tornando REFÉM da sua capacidade de trabalhar e trazer dinheiro para casa.

Quanto maior for o seu gasto mensal, mais difícil será para manter-se em um emprego e pagar as suas contas em dia, pois mesmo o emprego mais estável pode balançar em uma recessão forte na economia.

 

 

 

De agora em diante…

           

            Muitas decisões suas já foram tomadas. Se você está lendo este BLOG agora é porque você sabe ler. Isso é fruto de um Investimento. Este “investimento” de tempo que você realizou foi o primeiro passo, senão o básico, que te permitiu começar a absorver o mundo em que vive.

 

            A linguagem que você precisa investir e “transpirar”, para aumentar a sua percepção do mundo financeiro, é a linguagem dos números e resultados.

 

            Esta linguagem é muito mais simples do que a escrita que você já aprendeu. A linguagem dos números é exata, não tem mistérios nem rodeios, pode confiar. É sobre a linguagem dos números que o mundo moderno fincou todas as suas raízes, e se você não conseguir transpirar a matemática, vai tentar atravessar o rio com uma canoa furada.

 

            Conceitos básicos como porcentagem, proporção e frações precisam ser dominados. De pedaço em pedaço você pode acabar perdendo a sua “torta”. De agora em diante, falaremos de todos os números que te rodeiam, e mesmo para quem odeia matemática, pode ter certeza: o resultado deste trabalho será a melhoria da sua capacidade de decidir sobre o seu dinheiro e, consequentemente, melhorar o seu crescimento.

 

         Prepare-se! Invista-se!  (Invest-me)

 

            Todo esforço será recompensado! Deste ponto em diante você estará investindo em você. Qualquer insulto à matemática deverá ser levado para o lado pessoal (o teu).

Porque acumular dinheiro ? Egoísmo ? Necessidade ?

 

            Ora, se o dinheiro me permite tomar decisões, então quanto mais dinheiro eu tiver, mais decisões vou poder tomar. Serei dono do meu próprio nariz.

 

            Aquele que tem vontade de abraçar o mundo tem uma tendência a precisar de mais dinheiro. Torna-se uma necessidade. A pessoa precisa tomar decisões para se sentir útil. Ela passa a depender do dinheiro para sua própria existência.            Existem várias verdades que precisam ser esclarecidas sobre o dinheiro. O dinheiro não é um objeto do mal, de outro planeta ou que está na Terra para fazer a sua vida mais infeliz ou mais difícil. O dinheiro veio para funcionar como uma chave. Esta chave abre portas.

 

            Quais portas você vai abrir ? Onde você vai colocar ? O que você vai fazer com ele ? Afinal, o que preciso fazer com o dinheiro  para que ele não acabe, me permita tomar todas as decisões que eu quiser e também seja perene, não acabe nunca ?

Dinheiro é sempre passageiro.

O que faz as pessoas ricas ou pobres são suas decisões.

 

            Decisões. É só isso

 

            Portanto, páre de pensar no dinheiro e vamos direto ao assunto: as suas decisões.

 

            Quem toma decisão errada perde. Tem o seu leque de decisões limitado, cada vez mais, a seguir um único rumo, pois não tem dinheiro. Quem toma decisões corretas, por outro lado, só tende a crescer. Ganha, a cada dia mais, oportunidades para decidir, abrir e construir novos horizontes.

 

            Podemos concluir então, que quanto mais decisões corretas tomamos, maior será a necessidade de tomar decisões no futuro, portanto maior o risco. Ou seja, o risco de perder aumenta proporcionalmente ao patrimônio. Podemos avançar e concluir que cada um conseguirá dinheiro na medida da sua competência, de acordo com a sua capacidade de tomar decisões.

 

            Isso explica porque a subida é difícil. Vivemos um cenário onde a maioria tem pouco. Alguns já tiveram mas já perderam.

 

            A verdade é que a maioria não tem capacidade de gerir dinheiro. Não tem a habilidade de entender o mundo e as pessoas, como investir corretamente, como ganhar. A vitória financeira é um desafio às pessoas em geral.

 

       Pergunto: Porque acumular dinheiro ?

 

            Para ter segurança. Para não se transformar em escravo das suas necessidades, pois elas existem. E elas te aprisionam em uma “prisão invisível” (a ser explicado nos próximos post´s).

 

            Se você tiver, não vai precisar. Se um dia precisar, alguém certamente vai lhe cobrar algo para lhe emprestar, pois sabe que você precisa – não é a tôa que essa pessoa tem dinheiro – ela deve ter conhecimentos melhores do que você sobre como gerir o dinheiro.

            O meu objetivo com este post é transmitir conhecimento, levar a você esclarecimentos sobre a importância de cada decisão que você toma, mais do que a sua profissão, sua capacidade profissional ou o seu talento.            Vou tentar explicar como suas decisões têem influenciado a sua ascensão patrimonial, e espero poder melhorar o seu futuro, te trazer mais segurança, e mais preparo para tomar decisões sobre o que fazer quando o dinheiro bater à sua porta, pois ele bate todos os dias, e acredite: é você quem deveria decidir sobre ele, e não ele sobre você.

O que tenho a dizer vai muito além do fato de possuir ou não riquezas. O dinheiro é só um pedaço de papel. Para alguns, pode representar o diabo na terra. Para outros é tudo aquilo que pediu a Deus para por em prática o seu plano de vida.

De onde vem o poder do dinheiro ?

            Desde que o mundo é mundo, os serem humanos possuem necessidades. Estas necessidades podem ser básicas, tais como: moradia, conforto, alimentação e lazer; até as mais complexas, tais como: telefone celular, computador, playstation, mp3 player etc.

            O que dá poder ao dinheiro é o DESEJO das pessoas. A vontade de conquistar para si um objeto, uma pessoa, um momento, um instante, algo que tenha valor, qualquer coisa. O que dá valor ao dinheiro é a NECESSIDADE das pessoas. Portanto, antes de começar a elaborar mais o conceito de riqueza, quero deixar claro que a necessidade é o verdadeiro motivo da existência da moeda.

 

            Portanto, a moeda, a nota-papel, talão de cheque, cartão de crédito… tudo isso é fruto da necessidade das pessoas. Como as pessoas possuem diferentes necessidades, convencionou-se que o dinheiro seria uma espécie de “unidade universal de troca”, que permitiria a qualquer pessoa adquirir qualquer coisa, em qualquer lugar, a determinado preço.

 

            O fator chave aqui é “quanto custa ?”, “Compro ou não compro ?”

 

            Tudo se resume a uma decisão. Sua decisão. Você passou a ter o poder de “pagar” e “conseguir”. É simples. Como acionar uma luz.  O dinheiro encurtou a distância entre querer e conseguir.

 

            Hoje o mundo acontece em volta de pessoas que tomam decisões sobre o dinheiro.

            Portanto eu me arrisco a mudar a definição de dinheiro para “objeto que lhe permite tomar decisões e influenciar o mundo onde você vive”. Para todos nós, hoje, isso é o dinheiro.

Existe uma ambição.

Vamos! Admita.

Mesmo que seja mínima, existe uma pré-disposição da sua parte em vencer os desafios do mundo e consolidar o seu capital. A ascensão social é o verbete do capitalismo – a origem da sua força.